Racismo e sofrimento psicológico: qual o impacto para a saúde mental da vítima?

O racismo estrutural concede recursos desiguais no acesso aos sistemas educativos, de saúde, de trabalho, de justiça ou de habitação entre pessoas. Existe sim “privilégio” e o racismo emerge, mesmo quando não nos damos conta.





Anti-racismo pela equidade

O problema é de todos. É histórico, cultural, educacional, institucional. É também um problema enraizado e perpetuado, entre tantos, “mas...” no nosso dia-a-dia. O racismo é um complexo sistema imposto e continuado que se pode configurar como uma doença cultural. Está na sociedade, na (nossa) estrutura. Esta doença é especialista em protelar a identificação, em cada um de nós, dos nossos próprios ódios e preconceitos. Julgar poderá ser mais cómodo do que observar o que (não) nos nutre. E a zanga, essencial para mais assertividade, confiança, determinação e imposição de limites, transforma-se em violência continuada.


Racismo estrutural e saúde mental

O racismo estrutural concede recursos e oportunidades desiguais no acesso aos sistemas educativos, de saúde, de trabalho, de justiça ou de habitação entre pessoas. Existe, sim, “privilégio” e o racismo emerge mesmo quando não nos damos conta.


Não podemos continuar a silenciar, porque a ignorância e a apatia também fazem “perder vidas”.